O ato de escrever por si só é mágico, são os cenários que se criam... as vidas que nascem...
Ódio...Desejo...Vergonha...
Ou...simplesmente amor...
Sentimentos a flor da pele... tencionam a ponta da pena na suavidade do papel...
Não importa se é um mero diário ou um best seller.
Quando lemos é que a magia acontece... vivenciamos... sofremos... amamos... nos identificamos com o personagem ou uma história...
É rindo e chorando... sentindo o desformigamento da mente que nos abrimos pro mundo, melhoramos a criatividade, o raciocínio a lógica... as conquistas das paginas de jornal para a vida real
É lendo que sonhamos...
Não sou uma critica da literatura.... apenas não sei ler :( ... afff eu devoro os livros kkk
Mas deixo pra vocês pequenos comentários de livros que já li ou estou lendo...
Assim talvez vocês se interessem pela história antes de refugar o próximo titulo hehehe
Aproveitem pra sonhar
\o\o\o\o/o/o/o/
Julho 29th, 2011
(via fuckwhatisay)
Julho 1st, 2011
Trilogia Beijada por um Anjo
Trilogia:
1º Beijada por um Anjo
2º Beijada por um Anjo – A Força do Amor
3º Beijada por um Anjo – Almas Gêmeas
Sobre a autora:
Nome completo: Mary Claire Helldorfer
Pseudônimo: Elizabeth Chandler
Localidade: Estados Unidos da América
Gênero: Literatura Estrangeira – Romances
Elizabeth Chandler é o pseudônimo usado por Mary Claire Helldorfer. Ela é a autora da trilogia de sucesso mundial “Beijada por um Anjo”, assim como da série “Dark Secrets” e muitas outras. Publicou vários livros para crianças e adolescentes com vários pseudônimos. Atualmente ela vive atualmente em Baltimore, no estado de Maryland nos E.U.A, gosta de gatos e basebol.
A Editora:
Fundada em 2004, a Editora Novo Conceito desenvolve publicações de qualidade, afinadas com os acontecimentos do mundo globalizado. Com temas atuais, lançamentos internacionais e nacionais, vêm apontando tendências nas áreas de negócios, empreendedorismo, literatura, comportamento, atualidades, biografias, medicina e saúde, que contribuem há vários anos para a formação de profissionais, para a pesquisa científica e cultura em geral.
Primeiro fruto da experiência da Tec Holding, a Editora Novo Conceito já possui mais de 80 títulos publicados.
\o\o\o\o/o/o/o/
Beijada Por um Anjo
Ivy sempre acreditou em anjos… Quando ela conhece Tristan, descobre que ele é o amor da sua vida. Quando ele morre, seu coração está quebrado e sua crença em anjos desaparece. E sem essa crença, ela é incapaz de sentir a presença de Tristan, quando ele retorna – como um anjo.Agora, Ivy está correndo um terrível perigo, e Tristan está lutando para salvá-la. Como ele conseguirá protegê-la se ela perdeu a fé em anjos? E se ele conseguir salvá-la, ele terá terminado sua missão aqui na terra e terá que partir para sempre deixando-a para trás. Afinal, Salvar Ivy seria o mesmo que perdê-la justamente quando consegue reencontrá-la?
“Esta obra é digitalizada e traduzida pela Comunidade Traduções e Digitalizações com o intuito de proporcionar, de maneira totalmente gratuita, e beneficiar a leitura àqueles que não podem pagar, ou não conseguem ler em outras línguas….”
Para os amigos e amantes da leitura deixo a dica ;)
-
Orkut – http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=65618057
-
Twitter – http://twitter.com/tradu_digital

Capitulo 1
Nunca imaginei que o banco de trás de um carro pudesse ser romântico – disse Ivy, reclinando– se, sorrindo
para Tristan. Em seguida, olhou para a bagunça que estava no chão do carro. – Talvez fosse melhor você tirar a
sua gravata de dentro do corpo do Burger King.
Tristan pegou a gravata encharcada e jogou– a no banco da frente, depois sorriu e sentou– se ao lado de Ivy
novamente.
– Ai! – o odor de flores esmagadas espalhou– se por todo o carro.
Ivy deu uma gargalhada.
–Qual é a graça? – perguntou Tristan, tirando as rosas esmagadas grudadas em suas costas, não conseguindo
evitar o riso.
– E se alguém passar por ai e reparar no adeviso de sacerdote do seu pai colado no pára– choque do carro?
Tristan jogou as flores no banco da frente e trouxe Ivy para mais perto de si. Deslizou a mão pelo vestido de
seda, que ela usava deu um beijo suave em seu ombro. – Eu falaria que estava com um anjo.
– Ah! Que conversa fiada!
– Ivy, eu te amo – disse Tristan, ficando serio subitamente.
Ela olhou para ele e depois mordeu os lábios.
–Isso não é um jogo. Eu amo você, Ivy Lyons, e um dia você vai acreditar em mim.
Ela deu– lhe um abraço apertado. – Te amo, Tristan Carruthers – sussurrou em seu ouvido. Ivy acreditava e
confiava nele como jamais havia confiado em alguém. Um dia, criaria coragem para dizer, com todas as letras,
―Eu te amo, Tristan.‖ Colocaria a cabeça para fora da janela e gritaria. E até colocaria uma faixa bem no meu da
piscina da escola.
Depois disso, levaram alguns minutos para se arrumar. Ivy começou a rir de novo. Tristan sorriu ao vê– la
tentar inutilmente te arrumar os cabelos desalinhados. Em seguida, ligou o carro, passando por cima dos
buracos e das pedras até chegar à estrada estreita.
–Última olhada no rio – disse assim que fizeram uma curva, desviando– se do lugar em que estavam.
O sol de junho dominava toda a região oeste do interior de Connecticut, enviando os seus raios de luz às
copas das arvores, cobrindo– as como se fossem ouro. A estrada sinuosa parecia um túnel de bordos, álamos e
carvalhos. Ivy sentia estar nadando em meio às ondas com Tristan, o sol brilhando no alto, os dois juntos em
movimento uníssono, em direção a um abismo de azul, roxo e verde– escuro. Tristan ligou os faróis do carro.
–Você não precisa correr – disse Ivy. – Não estou mais com fome.
– Eu matei a sua fome?
Ela balançou s cabeça negativamente. – Acho que me alimentei de felicidade – respondeu suavemente.
A velocidade do carro contorneava aumentando pelas curvas da estrada. – Já falei que a gente não precisa
correr.
–Engraçado. Não sei o que… Não parece que… – murmurou Tristan, olhando para os pés.
– Vá mais devagar está bem? Não tem problema se a gente se atrasar um pouquinho.
– Ah! – Ivy apontou para frente da estrada. – Tristan!
Havia algo saindo do meio dos arbustos e parando no meio da estrada. Não dava para ver o que era. Só dava
para perceber a movimentação por entre as sombras. E, então, o cervo parou. Virou a cabeça e olhou fixamente
para as luzes dos faróis.
– Tristan! – eles estavam cada vez mais próximos dos olhos brilhantes. – Tristan, você não está vendo?
A velocidade não parava de aumentar.
–Ivy, tem algo…
–Um cervo!
Os olhos do animal reluziam. Havia uma luz atrás dele, uma mancha brilhante em meio à escuridão. Um
carro vinha na outra pista. Do outro lado, havia inúmeras árvores. Não tinha como eles desviarem nem para a
esquerda nem para a direita.
–Pare! – ela gritou.
–Estou…
–Pare! Porque você não para? – ela implorou. –Tristan, pare!
O para– brisas explodiu.
Nos dias que se seguiram àquele, Ivy não conseguia se lembrar de nada, além da cascata de vidro estilhaçado.
Ivy deu um pulo ao ouvir os tiros. Odiava piscinas, especialmente piscinas cobertas. Apesar de ela e suas
migas estarem a uns 300 metros da piscina, sentia– se como se estivesse nadando. O ambiente não passava de
uma névoa úmida, escura, de cor verde azulada e com um forte cheiro de cloro. Todo ecoava, o som dos tiros,
os gritos da multidão, os nadadores caindo na água. Assim que Ivy entrou na área da piscina coberta, sentiu falta
de ar. O que ela queria mesmo era estar lá fora, apreciando a brisa e o sol daquele belo dia de março.
–Deixe– me ver de novo. Qual deles é ele? – perguntou.
Suzanne Goldstein olhou para Beth Van Dyke. E Beth também olhou para Suzanne. As duas balançaram a
cabeça negativamente, suspirando.
–Ah ta, como é que eu posso saber quem é ele? Todos estão depilados, todos eles, sem exceção: braços
depilados, pernas depiladas e até peitos depilados – um bando de carecas usando toquinhas de borracha e óculos
de natação. Todos usam sungas com as cores da escola. Pelo que sei, podiam muito bem ser um bando de
alienígenas.
– Se eles são alienígenas, vou me mudar para o planeta deles – disse Beth sem parar de clicar a ponta da sua
caneta.
Suzanne tirou a caneta das mãos de Beth e disse com a voz rouca: – Meu Deus, como eu gosto de
competição de natação!
– Mas você nem liga para os nadadores quando a competição começa – comentou Ivy.
– Porque estou olhando para o próximo grupo a subir nos trampolins – explicou Beth.
– Tristan é o que está na raia central. Os melhores nadadores sempre competem nas raias centrais – disse
Suzanne.
– Ele é o nosso homem– bala. É o melhor no estilo borboleta.
Na verdade, é o melhor de todo o Estado – acrescentou Beth.
Ivy já sabia disso. Havia cartazes da equipe de natação espalhados por toda a escola: Tristan emergindo da
água, seus ombros movimentando– se rapidamente em direção ao espectador, seus braços poderosos como se
fossem asas.
A pessoa encarregada da publicidade sabia o que estava fazendo ao escolher aquela foto. E tinha feito
inúmeras cópias, o que foi muito bom, pois todos os cartazes de Tristan viviam desaparecendo – indo parar
dentro dos armários das garotas.
Foi em algum momento no meio dessa loucura de cartaz que Beth e Suzanne começaram a pensar que
Tristan estava interessado em Ivy. Bastaram dois encontrões no corredor em um mesma semana para convencer
Beth, a criativa escritora que já tinha lido uma coleção de romances de bolso.
– Mas Beth, já dei vários encontrões em você. Você sabe como eu sou – argumentou Ivy.
– Sabemos – disse Suzanne. – Cabeça nas nuvens. Quilômetros de distância da Terra. Vive no mundo dos
anjos. Mas, mesmo assim, acho que a Beth tem razão quanto a isso. Lembre– se, foi ele quem deu um encontrão
em você.
– Talvez ele seja desajeitado fora da água. Como os sapos – disse Ivy, sabendo que não havia nada de
desajeitado em Tristan Carruthers.
Lembrou– se de seu primeiro dia na escola. Estava nevando e era inicio de janeiro. Uma líder de torcida tinha
sido designada para mostrar a escola a Ivy e fez questão de lhe mostrar quem era Tristan quando se dirigiam à
lanchonete lotada.
– Você provavelmente se interessa por atletas – disse a líder de torcida.
Na verdade, Ivy estava ocupada tentando entender o que era aquela coisa verde que estavam servindo aos
alunos na lanchonete.
– Na sua escola em Norwalk, as garotas devem sonhar com os astros do futebol. Mas muitas das garotas de
Stonehill…
Sonha com ele, Ivy pensou assim que percebeu o olhar da líder de torcida concentrar– se em Tristan.
– Na verdade, prefiro alguém que tenha cérebro – disse Ivy.
– Mas ele tem cérebro! – insistiu Suzanne quando Ivy lhe contou sobre o que tinha conversado anteriormente
com a líder de torcida.
Suzanne era a única garota que Ivy já conhecia em Stonehill e, de algum modo, ela tinha conseguido
encontrar Ivy no meio da multidão naquele dia.
– Estou falando de um cérebro que não esteja cheio d‘água – acrescentou Ivy.
– Você sabe que eu nunca dei bola para atletas. Quero alguém com quem eu possa conversar.
– Você já conversa com os anjos – disse Suzanne.
– Não começa com isso – avisou Ivy.
– Anjos? – Beth perguntou. Ela estava sentada à mesa ao lado, ouvindo a conversa delas. – Você fala com
anjos?
Suzanne revirou os olhos, mostrando– se incomodada por ter sido interrompida. Em seguida, voltou à
atenção para Ivy novamente. – Será que em algum lugar nessa sua coleção de asas há um anjo de amor?
–Sim.
– Que tipo de conversa você tem com eles? – Beth perguntou novamente. Ela abriu um bloco de anotações e
foi logo pegando o lápis como se fosse escrever tudo p que Ivy ia dizer, palavra por palavra.
Suzanne ignorou a presença de Beth. – Bom, se você realmente tem um anjo do amor, Ivy, ele não está
fazendo muito bem o seu trabalho, não é mesmo? Alguém precisa lembrá– lo de sua missão.
Ivy deu de ombros. Seus dias estavam muito ocupados e não havia tempo para prestar atenção nos rapazes.
Tinha de se dedicar à musica, ao trabalho na loja, à manutenção de suas notas acima da média, além de ajudar a
cuidar do seu irmão de oito anos, Philip. Os últimos meses tinham sido muito tumultuados para Philip, sua mãe,
e até para ela mesma. Não teria agüentado sem a ajuda dos anjos.
Depois daquele dia de janeiro, Beth passou a procurar Ivy para perguntar sobre sua crença nos anjos, bem
como para lhe mostrar alguns de seus contos românticos. Ivy gostava de conversar com ela. Beth era uma garota
de rosto redondo e cabelos tingidos, na altura dos ombros. Vestia– se de um jeito que variava entre o estranho e
o fora de moda, e vivia romances incrivelmente apaixonados – só na sua imaginação.
Suzanne tinha magníficos cabelos pretos e sobrancelhas e bochechas expressivas, também vivia uma vida de
muitas paixões – na sala de aula e nos corredores, deixando os garotos da escola Stonehill emocionalmente
exaustos. Beth e Suzanne nunca tinham sido amigas, mas, no final de fevereiro, tinha se unido na tentativa de
transforma Ivy e Tristan em um casal.
– Ouvi dizer que ele é bem esperto – disse Beth durante uma almoço na lanchonete.
– Ele é todo cérebro – concordou Suzanne. – O melhor aluno da classe.
Ivy ergueu a sobrancelha.
–Ou um dos melhores.
– Natação é um esporte sutil – continuou Beth – Sei que parece que a pessoa está indo para frente e para trás,
mas um cara como o Tristan planeja, ele tem uma estratégia complexa para vencer cada competição.
– Ah– hã – disse Ivy.
– O que a gente quer dizer é que basta você vir a uma competição de natação – disse Suzanne.
– Mas tem de se sentar bem na frente – sugeriu Beth.
– E pode deixar que eu escolho suas roupas neste dia – acrescentou Suzanne. – Você sabe que eu sei te
produzir muito melhor do que você mesma.
Ivy balançou a cabeça positivamente, imaginando por que suas amigas achavam que alguém como Tristan
estaria interessado nela.
Mas, quando Tristan apareceu na reunião dos alunos do segundo ano do Ensino Médio dizendo a todos que
a equipe de natação precisava da sua presença na ultima competição, sem tirar os olhos de Ivy o tempo todo,
sentiu que tinha uma chance.
– Se agente perder essa competição, você vai ficar com a consciência pesada – disse Suzanne.
Era final de março e Ivy estava observando Tristan balançar seus braços e pernas. Ele tinha uma constituição
perfeita de nadador – ombros poderosos e largos e cintura fina. A touca escondia seus lisos cabelos castanhos,
mas ela lembrava que eram curtos e espessos.
– Cada pedacinho dele é feito de músculos – suspirou Beth. Depois de dar vários cliques na caneta, que já
tinha pego de volta de Suzanne, começou a escrever no seu bloquinho. Como rocha reluzente. Sinuosa na mão do
escultor, fundida nos dedos do amante…
Ivy deu uma olhada no bloquinho de Beth. – O que você está fazendo, poesia ou romance?
–Tem diferença? – respondeu Beth.
– Nadadores, preparem– se! – disse o organizador da competição em voz alta e todos subiram em seus
trampolins.
– Ah, meu Deus! Aquelas sunguinhas não deixam muito espaço para imaginação, não é mesmo? Imagino
como p Gregory ficaria em uma delas – murmurou Suzanne.
Ivy a respondeu. – Fale mais baixo. Ele está bem ali.
– Eu sei – disse Suzanne, passando as mãos pelos cabelos.
– Aos seus lugares…
Beth inclinou– se para dar uma olhada em Gregory Baines.
Seu corpo esbelto e longilíneo, faminto q quente.
Bum!
– Você sempre usa essas palavras – disse Suzanne.
Beth concordou. – É que são palavras fortes, parecem combinar com sua respiração. Faminto, excitado,
emocionante…
– Você vai tentar pelo menos assistir à competição? – disse Ivy, interrompendo a conversa.
– São 400 metros, Ivy. Tudo o que Tristan tem de fazer é ir para frente e para trás.
– Entendi. E aquela historia de ele ser totalmente cérebro, com uma complexa estratégia de vitória no sutil
esporte da natação? – perguntou Ivy.
Beth estava escrevendo novamente: nadando como um anjo. Desejando que suas asas molhadas servissem de aconchego
para Ivy. – Eu estou muito inspirada hoje!
– Eu também – disse Suzanne alternando seu olhar entre Gregory e os corpos que se aqueciam para nadar.
Ivy viu o que ela estava fazendo, mas voltou a se concentrar nos nadadores novamente. Nos últimos três
meses, Suzanne corria atrás de Gregory Baines de forma quente, excitante e faminta. Ivy queria que Suzanne se
interessasse por outra pessoa e que isso acontecesse logo, muito rápido, antes do primeiro sábado de abril.
– Quem é aquela moreninha? – perguntou Suzanne. – Odeio tipos mignon. Ela não combina com Gregory.
Rostinho, mãozinhas, pezinhos.
– Peitões! – disse Beth, olhando para cima.
– Quem é ela? Você já a viu antes, Ivy?
– Suzanne, você está na escola há mais tempo do que…
– Você nem está olhando – disse Suzanne, cortando a frase de Ivy.
– Porque estou olhando para o nosso herói. Não é isso que eu devia estar fazendo? O que significa
Demolidor? Todo mundo grita Demolidor quando Tristan faz a volta.
– É o apelido dele – respondeu Beth – Por causa da forma como ele ataca a parece, arremessando– se contra
ela com a cabeça primeiro. Assim, consegue dar um impulso mais rápido.
–Entendi – disse Ivy. – É, ele parece mesmo um cérebro total para mim, atirando– se contra uma parede de
concreto. Quanto tempo normalmente duram essas competições?
–Ivy, por favor – implorou Suzanne, pegando– a pelo braço.
–Veja se você sabe quem é a morena.
–Twinkie.
–Você está inventando! – disse Suzanne.
– É a Twinkie Hammonds – insistiu Ivy. – Ela faz aula de musica comigo.
Percebendo que Suzanne não parava de encará– la, Twinkie virou– se para ela e fez uma careta. Gregory
prestou atenção em tudo, olhando por cima dos ombros. Ivy conseguiu notar que ele estava se divertindo com a
situação.
Gregory Baines tinha um sorriso encantador, cabelos escuros e olhos acinzentados. Olhos acinzentados
muito maneiros, pensou Ivy. Era alto, mas não era a sua altura que fazia com que se destacasse no meio da
multidão. Era sua autoconfiança. Ele era como um ator, como uma estrada de cinema fazendo seu papel, e,
quando o show terminava, afastava– se dos demais por acreditar ser melhor que os outros. A família Baines era
a mais rica da cidade de Stonehill, mas Ivy sabia que não era por causa do dinheiro de Gregory, e sim por causa
dessa frieza, dessa indiferença, que Suzanne estava louca por ele. Suzanne sempre queria o que não podia ter.
Ivy pegou no braço da amiga suavemente e apontou para os nadadores que estavam se alongando para
começar a competir, esperando, assim, distraí– la de alguma forma. Depois gritou: Demolidor!, quando Tristan
começou a última volta. – Acho que estou pegando o jeito – disse. Mas percebeu que os pensamentos de
Suzanne continuavam em Gregory. Dessa vez, temia Ivy, Suzanne parecia estar profundamente apaixonada.
– Ela está olhando para nós. Está vindo na nossa direção – disse Suzanne toda animada.
Ivy sentiu a tensão em seu corpo. – E a cachorrinha de estimação está vindo logo atrás.
Por quê? Ivy se perguntou. O que Gregory teria pra falar com ela depois de passar três meses ignorando– a?
Em janeiro, entendeu rapidamente que Gregory não tinha a intenção de notá– la. E, como se tivessem feito um
acordo silencioso, nem ele nem Ivy falaram nada sobre o fato de que o pai dele iria se casar com a mãe dela.
Poucas pessoas sabiam que Gregory e Ivy passariam a morar na mesma casa no começo de abril.
– Oi, Ivy! – Twinkie foi a primeira a falar. Ela tentou se sentar perto de Ivy, ignorando Suzanne e mal
olhando para a Beth. – Acabei de falar para o Gregory que sempre me sento ao seu lado na aula de música.
Ivy olhou para a garota com surpresa. Nunca tinha percebido em que lugar Twinkie se sentava.
– Ele disse que nunca ouviu você tocar piano, e eu estava falando para ele como você toca bem.
Ivy abriu a boca para falar, mas não conseguiu pensar em nada para dizer. Na última vez em que tocou
alguma composição sua na sala, tudo o que Twinkie fez para mostrar seu interesse foi lixar as unhas.
Foi ai que Ivy percebeu que Gregory estava olhando para ela. Quando ela olhou para ele, este piscou. Ivy
apontou para suas amigas e disse: – Vocês conhecem Suzanne Goldstein e Beth Van Dyke?
– Não muito – ele disse, sorrindo para as duas.
Suzanne estava radiante. Beth olhava para todos com o interesse de uma pesquisadora, o tempo todo
clicando sua caneta.
– Sabe de uma coisa, Ivy? A partir de abril você vai morar bem perto da minha casa – disse Twinkie. – Vai
ficar mais fácil se a gente começar a estudar juntas agora.
Mais fácil?
– Posso te dar uma carona para escola. É rapidinho da minha casa até a sua.
Rapidinho?
– Talvez a gente possa passar mais tempo juntas?
Mais tempo?
–Então, Ivy – disse Suzanne, piscando exageradamente seus longos cílios. – Você nunca me contou que era
tão intima da Twinkie! Talvez nós todas devêssemos passar mais tempo juntas. Você iria gostar de ir à casa da
Twinkie, não iria, Beth?
Gregory mal conseguiu esconder o riso.
– Devíamos fazer uma noite de pijama, Twinkie.
Twinkie não pareceu muito entusiasmada.
– Poderíamos falar sobre os rapazes e fazer uma votação de mais bonitão daqui.
Suzanne voltou sua atenção para Gregory, olhando– o de cima a baixo, prestando atenção em cada detalhe.
Ele continuo mostrando que estava se divertindo muito.
–Conhecemos outras garotas, da escola antiga da Ivy em Norwalk – Suzanne continuou de forma animada.
Sabia que as garotas da alta sociedade de Stonehill, que iam e voltavam todo dia de Nova York, não tinham nada
a ver com as caipiras de Norwalk.
– Elas iam adorar vir até aqui. Assim podemos ser todas amigas. Você não acha que seria muito legal?
– Não, não acho – disse Twinkie dando as costas para Suzanne.
– Foi muito bom conversar com você, Ivy. Espero vê– la em breve. Venha, Gregory, está muito lotado aqui.
– disse Twinkie, aninhando– se debaixo dos braços dele.
Assim que Ivy voltou sua atenção para a piscina, Gregory pegou em seu queixo. Com as pontas dos dedos,
virou o rosto dela na sua direção. Estava sorrindo.
– Ingênua, Ivy – disse. – Você parece envergonhada! Isso tem acontecido comigo também, sabia? Há muitos
rapazes, que eu mal conheço, que de repente passaram a agir como se fossem meus melhores amigos, e estão
contando com o fato de poderem me visitar a partir da primeira semana de abril. Porque você acha Ivy que isso
está acontecendo?
Ivy deu de ombros. – Acho que é porque você é uma pessoa muito popular.
– Você é mesmo ingênua! – disse ele. Ela queria que ele parasse de pegar no seu pé. Olhou para a outra
arquibancada, onde estavam os amigos dele. Eric Grent e um outro rapaz conversavam com Twinkie e riam. O
supermaneiro Will O‘ Leary olhava para ela.
Gregory tirou a mão do queixo dela. Saiu balançando a cabeça e foi em direção a seus amigos, seus olhos
ainda mostravam o quanto estava se divertindo com a situação. Quando Ivy voltou sua atenção para a piscina
novamente, viu que três rapazes com toucas de borracha e sungas exatamente iguais estavam olhando para ela.
Não fazia a mínima idéia se algum deles era Tristan.
Capitulo 2
***
***
***
***
\o\o\o\o/o/o/o/
Beijada por um Anjo
A Força do Amor
Quatro semanas se passaram desde o acidente em que Ivy Lyons perdeu Tristan, o grande amor de sua vida, e deixou de acreditar em anjos. Os dias têm sido difíceis e, para superá-los, Ivy busca forças na família e nos amigos. Sua grande motivação agora é ensaiar para a apresentação de piano no Festival de Artes de Stonehill, já que Suzanne, sua amiga de infância, pensando em animá-la, fez a inscrição, mesmo contra a sua vontade.
Ainda sem saber lidar com seus poderes angelicais, Tristan Carruthers conta com a ajuda de Lacey um anjo mais experiente para aprender a tocar nas pessoas, canalizar energia e voltar ao passado. Assim, os dois partem em busca de respostas para o acidente, de um modo de fazer Ivy sentir Tristan e, principalmente, de revelar a ela que o acidente foi, na verdade, um assassinato.
Todo esforço de Ivy para superar a perda de Tristan é interrompido por pesadelos que a fazem reviver o dia do acidente e se misturam com fatos do dia do suicídio de Caroline, ex-mulher de Andrew, marido de sua mãe. O temor de Ivy é acalentado nos braços de Gregory, seu irmão adotivo.
Angustiado com os contínuos pesadelos da amada, Tristan decide que é a hora de fazer contato e segue seu objetivo com a ajuda de Lacey. Mas como aproximar-se de Ivy se ela não acreditava mais em anjos e ele agora era um?
O amor que os une será o canal para Tristan se aproximar de Ivy e alertá-la sobre as pessoas que estão ao seu redor. Será que todos em que ela confia são realmente seus amigos?

Capitulo 1
“Desta vez eu vou conseguir fazer contato com ela!” Tristan disse. “Tenho de avisar Ivy, eu tenho adizer a ela que a batida de carro não foi um acidente. Lacey, me ajude! Você sabe que essahistória anjo não funciona de maneira natural comigo. “
” Agora você falou a verdade “, Lacey respondeu, recostando-se contra a lápide de Tristan.”Então você virá comigo?”
Lacey verificou as unhas, longas unhas roxas que não trincavam ou quebravam, assim como ogrosso cabelo castanho de Tristan nunca iria crescer novamente. Enfim, ela disse: ”Euacho que posso aguentar uma festa na piscina por uma horinha. Mas escute, Tristan, nãoespera que eu seja uma visitante perfeitamente angelical.
***
Ivy estava a beira da piscina, a água fria, ocasionalmente espirrava nela, arrepiava sua pele. Duasmeninas passaram por ela, perseguidas por um cara com uma pistola de água. Os trêscairam na piscina junto, deixando Ivy encharcado por uma chuva de gotas geladas.Se isto tivesse sido no ano anterior, ela teria tremido, tremido e rezando para seu anjo da água. Masos anjos não eram reais. Ela sabia que agora. No inverno anterior, quando ela tinha ficadopendurada na prancha muito acima da piscina da escola, congelada com medo que ela conheciadesde a infância, ela havia orado para seu anjo da água. Mas foi Tristan, que havia salvado.
Ele lhe ensinara a nadar. Apesar de seus dentes baterem desde o primeiro dia, e o próximo, e opróximo, ela adorou a sensação da água quando passava por ela. Ela tinhao amava, mesmo quando ele argumentou que os anjos não eram reais. Tristan tinha rasão.E agora Tristan foi, juntamente com sua crença em anjos.
“Indo nadar? “
Ivy se virou rapidamente e viu seu próprio rosto bronzeado e de tumbleweedcabelos de ouro refletida nos óculos de sol de Eric Ghent. Seu cabelo molhado era penteado paratrás, quase transparente contra sua cabeça. “Sinto muito não temos um trampolim alto”,Eric disse. Ela ignorou o pequeno golpe. “É uma bela piscina de qualquer jeito.” “Ébem pouco profunda “, disse ele, tirando seus óculos de sol, deixando-osna sua medula óssea contra seu peito. Os olhos Eric eram azul claro,e seus cílios eram tão pálido que parecia que ele não tinha nenhum. “Eu posso nadar. “, Ivy disseele.
“Verdade”. Um dos lados da boca de Eric enrolado. “Deixe-me saber quando estiver pronta”,disse-lhe, em seguida, afastou-se para conversar com outros convidados.Ivy não esperava que Eric fizesse coisa melhor do que isso. Embora tivesse convidou ela e seus doisamigos mais próximos para sua festa de verão na piscina, eles não eram membros da elite Stonehill.Ivy estava certo de que Beth, Suzanne, e ela estava lá só a pedidodo melhor amigo de Eric e meio-irmão de Ivy, Gregory. Ela olhou em toda apiscina em fila de gente tomando sol, em busca de suas amigas. No meio de umadúzia de corpos oliosos e cabeças oxigenadas estava Beth, com um chapéu enorme ealgo semelhante a um vestido largo. Ela estava falando a mil por hora com WillO’Leary, outro dos amigos de Gregory. De alguma forma, Beth Van Dyke, quenunca tinha sonhado em ser legal, e Will, que era super legal, tinha se tornam amigos.As meninas em torno deles foram se organizando para mostrarao sol ou para Will seu melhor ângulo, mas não percebeu. Ele estava balançando a cabeçaencorajador para Beth, que foi, provavelmente, dizendo-lhe sua mais recente idéia de umahistória. Ivy se perguntou, se de sua maneira, Will gostava dos escritos de Beth
(poemas e histórias, e, uma vez para aula de história, uma biografia de Maria, Rainha dosEscoceses), que de algum modo sempre se transformavam em contos de emoções doromance. O pensamento fez Ivy sorrir. Will olhou em toda a piscina, mesmo depoise pegou o sorriso. Por um instante, seu rosto parecia em chamas. Talvez fosse apenasa cintilação do sol na água, mas Ivy deu um passo consciente para traz. Tão rapidamente,ele virou o rosto para a sombra do chapéu de Beth.
Como Ivy recuou sentiu a pele nua e fria. A pessoa não semover para fora do caminho, mas baixou o rosto sobre o seu ombro, e raspou a boca em sua orelha.”Eu acho que você tem um admirador”, disse Gregory.Ivy não se afastou dele. Ela tinha me acostumado com seu meio-irmão, sua tendênciainclinar-se demasiado perto, a sua maneira de mostrar por trás dela de forma inesperada. “Umadmirador? Quem? “Olhos cinzentos Gregory riu para ela. Ele era moreno, alto emagro, com um bronzeado de passar horas por dia a jogar ténis. Nos últimosmeses, ele e Ivy tinha passado muito tempo juntos, mas antes de abrilnunca teria acreditado possível. Então, o que ela e Gregory tinha emcomum foi o choque com a decisão de seus pais para casar, e raiva edesconfiança de um no outro. Aos dezessete anos. Ivy estava ganhando seu próprio dinheiro ecuidando de seu irmão mais novo. Gregory estava correndo ao redor do Connecticutrural em sua BMW com a gente rica que desprezava qualquer um que não tivesse o mesmo que eles.
Mas tudo isso parecia sem importância agora que ele tinha e Ivy compartilhavam muito mais, o suicídio da mãe de Gregory e morte de Tristan. Quandoduas pessoas que vivem na mesma casa, Ivy descobriu, eles compartilham alguns de seussentimentos mais profundos, e, surpreendentemente, ela veio confiar em Gregory.Ele estava lá quando ela perdeu Tristan.
“Um admirador”, Ivy repetiu, sorrindo. “Parece-me que você andou lendo romances de Beth.”Afastou-se da piscina, e Gregory acompanhou ela como uma sombra.Rapidamente Ivy fez uma varredura da área do pátio buscando sua melhor e mais antiga amiga,Suzanne Goldstein. Pelo bem de Suzanne, Ivy queria Gregory não ficasse tão perto.Ela desejou que ele não sussurrasse para ela como se eles compartilharam algum segredo.
Suzanne vinha perseguindo Gregory desde o inverno, e Gregory havia incentivadoa perseguição. Suzanne disse que eles eram oficialmente namorando agora;Gregory sorriu e não admitiu nada. Bem enquando Ivy colocou a mão emGregory para empurrá-lo um pouco para trás, uma porta de vidro se abriu e surgiu Suzanneda casa da piscina. Ela parou por um instante, como se analisasse a cena - asafira oval da piscina, as esculturas de mármore, os terraços deflores. A pausa lhe deu convenientemente uma chance para todos os caras olharem para ela.Com seus cabelos negros brilhantes e um biquíni minúsculo que parecia mais jóias do que a roupa, ela suplantou todas as outras meninas, incluindo asque tinham sido membros de longa data do grupo de Eric e Gregory. “Se alguém temadmiradores “, Ivy disse,” é Suzanne. E se você for esperto, você vai chegar láantes de vinte caras. “Gregory riu e afastou um emaranhado de cabelos dourados da bochecha deIvy. Ele sabia que, naturalmente, Suzanne estava vendo. Tanto Gregory e Suzanne estavam jogando, e Ivy foi muitas vezes apanhada no meio. Suzanne movia se com graça felina, chegando rapidamente, mas nunca apareceu para mover se mais rápido do que em um passeio.
Linda Roupa! Ela cumprimentou Ivy. Ivy piscou, então olhou para ela com surpresa.Suzanne tinha ido com ela quando ela comprou a roupa e nunca tinha lhe pedido para encontrar algo que caiu caisse melhor. Mas é claro que isso era apenas uma estrategia para desviar a atenção de Gregory para … para a joias de Suzanne.
“Realmente parece fantástico em vocês. Ivy. “” Isso é o que eu lhe disse, “Gregory disse em uma voz muito quente. Ele nunca disse coisa algumasobre a roupa de banho de Ivy. Sua mentira foi destinado a fazer ciúmes em Suzanne. Ivy lançoulhe um olhar e ele riu.”Você trouxe qualquer protetor solar? “Suzanne perguntou.” Eu não posso acreditar que eu esquecio meu.”Ivy não podia acreditar que ele acreditou . Suzanne tinha vindo a trabalhar nessa linha desde queforam doze e passava suas férias na casa de praia dos Goldsteins ‘.”Sei que minha pele vai fritar “, disse Suzanne.Ivy pegou a bolsa, que estava em uma cadeira próxima. Ela sabia que Suzanne poderia estender-seno sol ao meio-dia sobre uma folha de papel e ainda nunca se querimar. “Aqui. Fique. Tenhobastante.” Então ela colocou o tubo na mãos de Gregory. Ela começou a sair, mas Gregory agarrou pelobraço. “Como e você? “, ele perguntou, a voz baixa e íntima.” quanto a mim o quê? “Não você precisa de alguma loção? “, perguntou.” Nop. Eu estou bem.
“Mas ele não quis deixá-la ir. “Você sabe como você esquecer os lugares mais óbvios”, disse eleenquanto ele alisou a loção na base do pescoço e em seus ombros, sua voz como sedasuaves como os dedos. Ele deslizou um dedo abaixo de seu biquini. Ivy baixou a alça. Ela estavaficando louca. Sem dúvida, Suzanne estava queimando, também, elapensamento, embora não pelo sol.Ivy se afastou de Gregory e colocar rapidamente em seu óculos de sol, esperando que máscarassemsua raiva. Ela afastou-se rapidamente, deixando-os para provocar e antagonizar um ao outro. Ambosestavam usando ela para marcar seus pontos. Por que eles não poderiam deixá-la fora de seus jogosestúpidos?
Você está com ciúmes, repreendeu-se. Você está apenas com ciúmes porque eles têm um aooutro, e você não tem Tristan.Ela achou uma poltrona vazia na borda de uma pequena multidão e caiu nela. O rapaz e garotapróximos a ela observavam com interesse, Suzanne e Gregory, a levou a duas salas em um cantodistante dos outros. Eles cochichavam como Gregory passava loção, distribuídos por sua perfeiçãocorpo em forma.
Ivy fechou os olhos e pensou em Tristan, sobre seus planosa correr para o lago em conjunto, a flutuar no meio dele com o solbatendo em suas mãos e pés. Ela pensou sobre a forma como Tristan tinhabeijou-a no banco de trás do carro, na noite do acidente. Era aternura do seu beijo que ela se lembrava, do jeito que ele tocou seu rostocom admiração, quase reverência. A maneira como ele tinha abraçado fez sentir não sóamada, mas sagrada para ele.
“Você ainda não foi para água.”
Ivy abriu seus olhos. Parecia bem claro que Eric não iria deixá-la sozinha, até que elaprovado que ela não iria pirar na piscina. “Eu estava pensando sobre isso”,disse ela, tirando seus óculos escuros. Ele esperou por ela na beira da piscina. Ela alegrou-se que, na sua própria festa, Eric tinha ficado sóbrio. Mas talvezesse era o jeitocomo ele inventou para se compensar. Sem álcool, sem drogas, isso foi como Ericentreter-se: testar as pessoas em seus pontos mais vulneráveis.
Ela caiu na água. Nos primeiros momentos o velho medo tomou conta delacomo a água arrastou se até seu pescoço, e ela tinha um medo terrível. “Isso é o quea coragem, “Tristan disse,” enfrentando o que você tem medo. “Com cadanadanda, ela ficou um pouco mais confortável. Ela nadou o comprimento da piscina,depois parou e esperou por Eric na parte funda. Ele era um nadador medíocre.
“Nada mau “, disse Eric quando ele falou com ela.” Você não é nada mau para uma principiante. “
“Obrigado”, disse Ivy.
“Você não está nem ofegante.”
“Eu acho que estou em boa forma. “
” O fôlego não é para todos “, disse ele.” Você sabe, há um jogo que Gregorye eu jogamos no acampamento quando éramos crianças.”Fez uma pausa, e Ivy adivinhou que ele iria sugerir que jogá-lo agora. Ela desejou que estar nooutro lado da piscina, onde tem sobras e as árvores não expunham o sol, e a maioria das pessoasagora estavam sentadas.
“É uma teste para ver quanto tempo cada um de nós pode prender a respiração “, disse ele.Falou sem olhar para ela; Eric raramente olhou alguém nos olhos. “Você tem quesubmergir na água e ficar debaixo quanto tempo for possível, enquanto o outrocromometra.
“Ivy pensou que era um jogo bobo, mas ela foi junto com ele,perceber que quanto mais cedo eles jogaram, quanto mais cedo ela poderia se livrar dele.
Eric rapidamente foi abaixo, segurando o braço acima da superfície para que ela pudesse lero relógio. Ele permaneceu em um minuto e cinco segundos, voltou a superfíciecom um suspiro. Então ela tomou um grande gole de ar e desceu. Ela contoulentamente para si mesma, um mil, dois mil determinado a vencê-lo.Enquanto ela prendeu a respiração, ela olhava redemoinho do cabelo solto ao redor dela. Acloro era forte, e ela queria fechar os olhos, mas alguma coisa lhe disse não confiar em Eric.
Quando ela finalmente apareceu, ele disse, “Eu estou impressionado! Um minuto e três segundos.
“Ela contou um minuto e quinze.”
Aqui é o próximo passo “, ele afirmou. “Vemos se podemos ficar com mais tempo, descendo juntos. É como se estivéssemos incentivar uns aos outros. Pronto? “Ivy concordou com relutância.Depois disso, ela ia sair da piscina. Eric olhou para o relógio. “Na contagem de três,dois, um “De repente, ele puxou-a para baixo. Ivy não tinha chegado a sua respiração. Elapuxado para trás, mas Eric não deixou eu ir. Ela agitou as mãos com ele debaixo d’águamas ele agarrou seu braço. Ivy começou a sufocar. Ivy tinha engolido um pouco de águacomo Eric arrastou-a para baixo, e não podia deixar de tosse, tentando limpar o seupulmões, mas cada vez que ela fez, ela engoliu mais água. Eric abraçou apertado.Ela tentou chutá-lo, mas ele mudou as pernas para fora do caminho e deu umsorriso de lábios fechados.
Ele está gostando disso, ela pensou. Ele acha que isso é divertido. Ele élouco!
Ivy lutava para se afastar dele. Seu estômago apertado com cólicas,e os joelhos se esticaram. Seus pulmões sentiam como se fosse explodir.De repente, Eric fez uma careta. Ele puxou para um lado tão rapidamente que ele girou Ivy com ele.Em seguida, ele soltou. Ambos vieram à superfície, arfando e tossido.”Você é um idiota. Você é um idiota estúpido! “Ivy gritou. Mas sua tosse lhe impediu de prosseguir.Eric foi até a borda, o rosto pálido, e com seus dedos agarrava suas costas. Quando tirou sua mão,ela viu as marcas vermelhas, sangrenta linhas finas, como se alguém tivesse arranhado suas costas elateral, unhas longas e afiadas. Eric olhou em volta rapidamente com palidez, olhos desfocados, emseguida,
virou-se para ela. Seu rosto parecia quase tão distorcido como debaixo d’água. “Euestava apenas brincando “, disse ele.Alguém chamou a partir da extremidade oposta da piscina. As pessoas estavam começando a semover para dentro. Levantou-se lentamente e caminha na direção da casa da piscina. Ivy ficou aolado da piscina, respirando profundamente. Ela sabia que tinha que ficar na piscina. Ela teve queesperar até que ela respirasse normalmente de novo, depois deu algumas braçadas. Tristan lheensinou a superar o medo. Ela não ia deixar que Eric fizesse volta a ter. Ela começou a nadar.
Quando Ivy chegara ao fim da piscina e fez sua volta para mais uma volta, Bethestendeu a mão e agarrou seu tornozelo. Ivy olhou por cima do ombro e viu Bethoscilando à beira da piscina, seu grande chapéu caindo sobre elaolhos. Will se moveu rapidamente para ancorar Beth por trás. “O que está acontecendo?” Ivyperguntou: sorrindo, Beth, olhando rapidamente, conscientemente à Vontade.”Todo mundo vai dentro para assistir a vídeos “, Beth disse-lhe com entusiasmo”, alguns que foramfilmados na escola este ano, e depois da escola em jogos de basquete e “Beth parou.”competições de natação ,” Ivy terminou a frase para ela. Talvez ela pudesse ver, umamais uma vez, Tristan nadar borboleta.Beth deu um passo para trás a partir da borda da piscina e se virou para Will. “Eu vou ficar fora porum tempo.”
“Não fique fora por mim, Beth”, disse Ivy. “Eu”…
“Ouça,” interrompeu Beth, “com todo mundo lá dentro, eu posso finalmente tirar a roupa este belocorpo branco e não se preocupe em cega los com a neve.
“Will riu baixinho e disse: algo para os ouvidos de Beth só. Ele era um cara doce, mas Ivy não teria culpa se ele estava furioso com ela, não depois cena que elatinha feito na noite do sábado anterior. Ele tinha desenhado anjos e um deles,Tristan como um anjo com seus braços em volta de Ivy. Ela rasgou empedaços.
“Vai lá e assistir a vídeos, Beth”, Ivy disse com firmeza. “Eu só queronadar um pouco.”Will inclinou-se então.” Você não deve nadar por si mesmo.Ivy. “
” Isso é o que Tristan costumava dizer.
“Em resposta Will olhou de volta para ela olhos que falavam uma língua própria. Eles eram piscinasmarrom profundo suficiente para se afogar dentro, Ivy pensou. Os de Tristan foram cor de avelã, noentanto havia algo semelhante em seus olhos e Will, algo que a atraia para ele.
Ela virou-se rapidamente, em seguida, prendeu a respiração. Com um flash suave do colorido dasasas, uma borboleta pousou em seu ombro. “Um Flyer¹”, disse Beth. Talvezporque eles estavam pensando sobre Tristan, Beth tinha usado a palavra para umnadador que fez a borboleta. Ivy tentou enxotar o inseto. Suas asasvibraram, mas surpreendeu ao ficar colocada.”Te confundiu com uma flor, “Will disse, sorrindo, com os olhos cheios de luz.” Talvez “, respondeuIvy, ansioso para ficar longe dele e de Beth. Emplusino se para dentro da piscina,ela começou a nadar.Ela fez volta após volta, e quando ela foi finalmente cansou, nadou até o meio da piscina e viroupara flutuar.
¹ Flyer: É o nome em inglês para nadadores do estilo borboleta.
“É um sentimento tão maravilhoso, Ivy. Você sabe o que é como flutuar sobre um lago, um círculode árvores em torno de você, uma grande tigela azul no céu acima de você? Você está deitado emcima da água, sol brilhante nas pontas dos dedos das mãos e pés.”A memória do Tristan a voz era tão forte, era como se ela ouviu-o agora. Pareciaimpossível que o grande tigela azul no céu permanecia, ele deveria ter quebradocomo o pára-brisa do carro na noite do acidente, mas ele estava lá. Ela lembrou deitada na água, sentindo o seu braço debaixo dela, como ele ensinouela a flutuar. “Calma, não lute contra isso”, ele disse.Ela não lutou contra isso. Ela fechou os olhos e imaginou estar no centro de um lago. Quando elaabriu os olhos, ele estava olhando para ela, seu rosto como o sol, aquecendo ela. “Eu estouflutuando,” Ivy sussurrou, e sussurrou agora.”Você está flutuando”. Flutuando”. Tinham lido nos lábios de cada um, e por ummomento agora ela sentia como se ele estivesse debruçado sobre ela ainda “flutuando”, os seuslábios perto, tão perto …
“De volta!”
Ivy puxou a cabeça rapidamente, e seus pés afundaram em linha retapor debaixo dela. Ela rapidamente limpou a água para fora dos olhos. A porta dacasa da piscina havia sido escancarada, e Gregory estava correndo pelo gramado,carregando um pequeno pedaço de roupa escura em suas mãos. Estranhos globos de uma coisabranca e espumosa voou de seu cabelo. Eric veio correndo nu depois dele, uma mãoagarrando o chapéu de Beth, sua única cobertura e o outro empunhando uma longafaca de cozinha. “Você está morto, Gregory”.
“Vem pegar.” Gregory incitou. e o levantou o calção de banho de Eric. “Vamos. Dê o seu melhor.”“Eu vou…
“Claro, claro”, disse Gregory
Eric de repente parou de correr. “Eu vou pegar você, Gregory “, advertiu.” Quando você menosesperar. “
Capitulo 2
***
***
***
***
http://pt.scribd.com/doc/66923344/Beijada-por-um-Anjo-vol-2-A-Forca-do-Amor
\o\o\o\o/o/o/o/
Beijada por um Anjo
Almas Gêmeas
Ivy está de volta às aulas e, como já era de se esperar, todos estão de olho na garota que estava com Tristan Carruthers na noite em que ele morreu.
Tentando voltar à sua vida normal, acontecimentos estranhos assustam Ivy. Seus pesadelos são cada vez mais claros, e ela tenta se lembrar com detalhes de tudo o que aconteceu na noite do acidente.
O quebra-cabeça vai sendo montado, mas para que ela descubra toda a verdade e consiga se livrar do perigo constante que a rodeia, precisa da ajuda de Tristan. Com o passar do tempo, ela volta a sentir a presença de seu amor e, então, juntos irão lutar para que Ivy sobreviva.
Mas ainda há uma grande dúvida no coração de ambos: se Tristan salvar Ivy, isso significa que sua missão na Terra terá terminado?

Capitulo 1
Com o queixo empinado e os cabelos louros e encaracolados puxados para trás, Ivy bateu a porta da orientadora da escola e foi andando pelo corredor. Vários rapazes da equipe de natação viraram-se para vê-la caminhando até seu armário. Ivy fez o que pôde para retribuir-lhes o olhar com confiança. A calça e a blusa que estava usando no primeiro dia letivo haviam sido escolhidas por Suzanne; sua amiga de longa data e também especialista em moda. Que pena ela não ter escolhido também um saco para enfiar na cabeça que combinasse com seu traje, pensou Ivy. Passou em frente ao quadro de avisos do terceiro ano do ensino médio. As pessoas cochichavam, apontavam para ela com tímidos acenos de cabeça. Situações que já deveria ter imaginado que fossem acontecer.
As pessoas apontariam o dedo para qualquer uma por quem Tristan Carruthers tivesse se apaixonado. Qualquer pessoa que tivesse estado com Tristan na noite em que ele havia morrido seria alvo de cochichos. Assim, era natural que elas apontassem, cochichassem e observassem com muita, muita atenção qualquer pessoa que tivesse tentado o suicídio por não conseguir superar a morte de Tristan. E era isso que todos comentavam a respeito de Ivy: que, por causa do coração partido, havia tomado umas pílulas, tentando, em seguida, se jogar na frente de um trem.
Ela só se lembrava da parte do coração partido, do longo verão depois do acidente de carro, dos pesadelos com o cervo batendo contra o para-brisa. Três semanas atrás, tivera um de seus pesadelos e acordara gritando. Tudo o que conseguia se lembrar sobre aquela noite era de ter sido consolada por seu irmão adotivo, Gregory, e de ter caído no sono logo depois, olhando para a foto de Tristan. Aquela foto, sua foto predileta de Tristan, a foto em que ele usava um velho casaco da escola e um boné de beisebol com a aba virada para trás, agora a assombrava. Já a assombrava mesmo antes de ouvir a versão de seu irmão caçula sobre os acontecimentos daquela noite.
A história de Philip sobre um anjo tê-la salvado não convenceu sua família nem a polícia de que não fora uma tentativa de suicídio. E como ela podia negar ter ingerido uma droga que aparecera no exame de sangue feito pelo hospital? Como poderia argumentar contra o depoimento do maquinista do trem à polícia alegando que não teria conseguido parar a tempo?
– Medo, medo, medo – uma voz vibrante interrompeu os pensamentos de Ivy. – Quem quer brincar do jogo do medo, medo, medo?
Estava gritando, escondido embaixo do espaço coberto da escada. Ivy sabia que era o melhor amigo de Gregory, Eric Ghent, e continuou andando.
– Medo, medo, medo…
Como ela não reagiu, ele saiu debaixo da escada, parecendo um esqueleto emergindo da tumba.
Os parcos cabelos loiros pareciam faixas penteadas para trás, mostrando a enorme testa, e seus olhos, pálidas bolas de gude azuis encaixadas em orifícios cercados por ossos. Ivy não tinha visto Eric nas últimas três semanas; suspeitava que Gregory estivesse mantendo seu amigo zombeteiro longe dela.
Eric começou a se mover rapidamente, o suficiente para bloquear a passagem dela. – Por que você não foi até o fim? Perdeu a coragem? Por que você não se matou?
– Desapontado? – indagou Ivy.
– Medo, medo, medo – foi a resposta provocativa dele.
– Me deixe em paz, Eric – Ivy disse, apertando o passo.
– Uh-hu, agora não – respondeu, agarrando seu pulso, seus dedos esqueléticos apertavam o braço dela com força. – Você não pode me dar o fora agora, Ivy. Você e eu temos muito em comum.
– Não temos nada em comum – respondeu, soltando-se dele.
– Gregory – disse, enumerando com um dedo. – Drogas – levantou o segundo dedo. – E nós dois somos campeões no jogo do medo – balançando o terceiro dedo. – Somos parceiros agora.
Ivy continuou andando, embora quisesse mesmo sair correndo. Eric vinha atrás dela, continuando a provocar.
– Conte para seu bom amigo, o que a levou a fazer isso? No que você estava pensando quando viu o trem passar correndo pelo trilho bem ali embaixo? Qual foi a sua viagem?
Ivy sentiu repulsa pelas perguntas dele. Parecia impossível pensar que ela, deliberadamente, pularia na frente de um trem. É certo que perdera Tristan, mas ainda havia pessoas em sua vida que eram muito amadas por ela – Philip e sua mãe, Suzanne e Beth, e Gregory, que sempre a protegera e consolara desde a morte de Tristan. Gregory tinha passado por muita coisa também, o suicídio de sua mãe havia acontecido um mês antes da morte de Tristan. Ivy viu a dor e a raiva que aquela morte causaram a ele, e parecia totalmente insano que ela pudesse tentar fazer a mesma coisa.
Contudo, todos diziam que ela havia feito sim. O próprio Gregory dizia.
– Quantas vezes tenho de falar para você, Eric? Não consigo me lembrar do que aconteceu naquela noite, não consigo!
– Mas você vai – disse, abafando o riso. – Mais cedo ou mais tarde, você vai.
Com isso, ele saiu da frente dela e se virou, como um cão quando chega ao final de seu território. Ivy continuou caminhando em direção ao seu armário e ao de suas amigas, ignorando outros olhares curiosos. Tinha esperança de que Suzanne e Beth já tivessem terminado a reunião de orientação aos formandos.
Não era preciso encontrar o número do novo armário de Suzanne Goldstein. Ela não estava lá, mas o armário estava impregnado do aroma de seu perfume favorito, o que levou Ivy – bem como todos os rapazes que desejavam deixar um recado para Suzanne – ao local exato. Suzanne estava saindo com três rapazes diferentes no momento, uma estratégia para deixar Gregory enciumado.
O armário de Beth Van Dyke, que ficava próximo ao de Ivy este ano, já tinha um papel grudado na porta, mas, provavelmente, não era recado de um belo admirador. O mais certo era que ela mesma devia ter fechado a porta deixando de fora uma das muitas anotações sobre suas histórias de romances tórridos, uma das muitas que constavam em seus cadernos.
Ivy seguiu em frente até chegar ao seu próprio armário para deixar alguns livros. Ajoelhando-se, digitou a combinação e abriu a porta. Suspirou. Do lado de dentro da porta, havia uma fotografia de Tristan, a mesma fotografia que a vinha assombrando nas últimas três semanas. Por alguns segundos, mal conseguiu respirar. Como aquilo tinha ido parar ali?
Rapidamente, começou a se lembrar de tudo que fizera naquela manhã: chamada na sala de preparação; depois, reunião geral e loja da escola, e, finalmente, reunião com a orientadora. Leu a lista das atividades duas vezes, mas não conseguia se lembrar de ter colocado a foto na porta. Será que estava mesmo enlouquecendo?
Ivy fechou os olhos e recostou-se na porta do armário. Estou louca, pensou. Estou mesmo louca.
– Estou maluca, Gregory? – era o que tinha perguntado há três semanas, em seu quarto, no primeiro dia após ter retornado do hospital. Estava com a fotografia de Tristan nas mãos e tremia. Gregory tirou a foto das mãos dela gentilmente e a deu para Philip, seu salvador de nove anos de idade.
– Você vai ficar melhor, Ivy. Tenho certeza – disse Gregory, fazendo-a deitar-se na cama ao lado dele e colocando seu braço ao redor dela.
– O que significa que estou louca agora.
Gregory não respondeu logo em seguida. Já tinha percebido que ele estava diferente quando foi visitá-la no hospital. Seus cabelos negros estavam impecáveis, como sempre, e seu belo rosto parecia uma máscara, exatamente como quando o vira pela primeira vez, escondendo seus pensamentos mais profundos em seus olhos acinzentados.
É algo difícil de entender, Ivy – disse, com cautela. – É difícil saber exatamente no que você estava pensando naquele momento – olhou para Philip, que devolvia a foto ao seu lugar no porta-retratos em cima da escrivaninha. – E com certeza a história de Philip não ajuda muito.
O irmão reagiu expressando seu olhar teimoso.
– Talvez agora que não há ninguém por perto, você possa nos dizer o que realmente aconteceu, Philip.Philip olhou para as duas prateleiras vazias que um dia abrigaram a coleção de anjos de Ivy. As estatuetas eram dele agora. Ivy tinha dado a ele com a condição de que nunca mais falasse em anjos novamente.
– Eu já contei.
– Conte novamente – Gregory disse em um tom baixo e tenso.
– Por favor, Philip. Vai me ajudar – disse Ivy, estendendo a mão
para ele.
Ele a deixou segurar sua mão sem muita firmeza. Sabia que estava cansado de ser interrogado, primeiro pela polícia, depois pelos médicos no hospital e, por último, por sua mãe e pelo pai de Gregory, Andrew.
– Eu estava dormindo. Depois do seu pesadelo, Gregory disse que ficaria com você. Peguei no sono novamente. Mas, depois, ouvi alguém me chamando, não sabia quem era no começo. Ele me mandou acordar. Disse que você precisava de ajuda.
Philip parou de narrar como se a história tivesse chegado ao fim.
– E?
Olhou para as prateleiras vazias, depois soltou a mão dela.
– Continue – pediu Ivy.
– Você vai gritar comigo.
– Não vou. E nem o Gregory vai – disse, lançando a Gregory um olhar de advertência. – Apenas nos conte o que você lembra.
– Você ouviu uma voz em sua cabeça – disse Gregory. – E ela dizia que Ivy precisava de ajuda. A voz parecia a de Tristan.
– Era o Tristan – insistiu Philip. – Era o anjo Tristan!
– Está bem, está bem – disse Gregory.
– A voz lhe disse qual era o problema comigo? A voz disse a você
onde eu estava?
Ele balançou a cabeça. – Tristan me disse para colocar meus sapatos, descer a escada, e ir para a porta dos fundos. Depois, corremos pelo gramado até o muro de pedras. Sabia que não podia ultrapassá-lo, mas Tristan disse que não havia problemas porque ele estava comigo.
Ivy conseguia sentir a tensão no corpo de Gregory ao lado do seu, mas concordava com a cabeça, encorajando Philip a continuar.
– Foi assustador, Ivy, descer a montanha. Era difícil de escorar. As pedras eram escorregadias demais.
– É impossível – disse Gregory, expressando frustração e perplexidade. – Uma criança jamais conseguiria fazer aquilo. Eu não conseguiria fazer aquilo.
– Tristan estava comigo – salientou Philip.
– Não sei como você chegou à estação, Philip – disse Gregory com a raiva à flor da pele. – Mas estou cansado dessa história de Tristan. Não quero ouvi-la novamente.
– Eu quero – Ivy disse em voz baixa, percebendo que Gregory prendia o fôlego. – Continue – disse.
– Quando chegamos ao pé da montanha, ainda tínhamos de passar por uma outra cerca. Perguntei o que estava acontecendo, mas Tristan
não me falou. Só disse que tínhamos de ajudar você. Então, comecei a escalar a cerca, daí eu quase estraguei tudo. Pensei que, como Tristan era um anjo, conseguiria voar – Gregory levantou-se e começou a andar pelo quarto. – Mas nós dois juntos não podíamos, então acabamos caindo do topo da cerca.
Ivy olhou para o tornozelo enfaixado do irmão. Seus joelhos estavam roxos e feridos.
– Então ouvimos o apito do trem. E tínhamos de continuar correndo. Quando chegamos mais perto, vimos você na plataforma. Gritamos para você, Ivy, mas você não nos ouvia. Subimos a escada correndo e atravessamos a ponte. Foi, então, que vimos o outro Tristan, o que estava de boné e casaco, igual ao da fotografia – disse, apontando para ela.
Ivy estremeceu.
– Então – disse Gregory – o anjo Tristan estava em dois lugares – com
você e também do outro lado dos trilhos. Ele estava fazendo uma brincadeira com ela, pedindo que fosse até ele. Não era uma brincadeira muito legal.
– Tristan estava comigo – enfatizou Philip.
– Então, quem estava do outro lado? – perguntou Gregory.
– Um anjo mau – Philip respondeu com convicção. – Alguém que queria ver Ivy morta.
Gregory pestanejou.
Ivy deixou o corpo, apoiado na cabeceira, afundar-se na cama. Por mais bizarra que a história de Philip parecesse, era algo mais real para ela do que a ideia de ter ingerido drogas para se atirar na frente do trem. E não se podia negar o fato de que, de alguma forma, seu irmão fora até lá para salvá-la no último minuto. O maquinista tinha visto uma forma indistinta na frente do trem e havia passado um rádio para a central avisando que não conseguiria parar a tempo.
– Pensei que você tivesse visto Tristan – disse Philip.
– Como assim? – Ivy perguntou.
– É que você se virou. Achei que tivesse visto a luz – Philip disse, lançando-lhe um olhar esperançoso.
Ivy balançou a cabeça. – Não me lembro. Não me lembro de nada referente à estação de trem.
Talvez fosse mais fácil se nunca viesse a se lembrar do que acontecera, Ivy pensou. Mas, toda vez que olhava para a foto, sentia sua mente arrepiar. Algo não permitia que desviasse o olhar e esquecesse. Ivy encarava a foto até esta ficar turva. Nem percebeu que havia começado a chorar.
– Ivy… Ivy, não.
As palavras de Suzanne trouxeram-na de volta ao tempo presente. Assim que ergueu a cabeça, sua amiga ajoelhou-se ao lado do armário. A boca delineada pelo batom chamativo. Beth, que também havia retornado da orientação, estava de pé bem atrás, procurando lenços de papel na mochila. Olhou para Ivy e o brilho de seus olhos refletia as lágrimas da amiga.
– Estou bem – disse, enxugando os olhos rapidamente, olhando de uma para a outra. – Sério, estou bem.
Mas dava para perceber que não acreditavam nela. Gregory a trouxera para a escola naquele dia e Suzanne a levaria para casa. Era como se não confiassem nela dirigindo, como se pensassem a todo minuto que ela perderia o controle e se atiraria de um penhasco.
– Você não devia pendurar essa foto no seu armário – comentou Suzanne. – Mais cedo ou mais tarde, você vai ter de deixar isso para trás, Ivy. Você só está fazendo com que fique… – hesitou.
– Louca?
Suzanne passou a mão na sua vasta cabeleira negra, depois ficou mexendo no seu brinco de argola dourada. Nunca tinha ficado
constrangida ao expressar seus sentimentos antes, mas estava sendo cautelosa agora. – Não é saudável, Ivy – disse, finalmente. – Não é bom deixar essa fotografia aqui, fazendo com que você se lembre toda vez que abrir a porta.
– Mas não fui eu quem a colocou aqui – disse Ivy.
Suzanne franziu a testa. – O que você está dizendo?
– Você me viu fazendo isso? – Ivy perguntou.
– Bem, não, mas você tem de se lembrar… – a amiga começou a dizer.
– Não me lembro.
Suzanne e Beth entreolharam-se.
– Então, alguém deve ter colocado – disse Ivy, tentando aparentar bem mais certeza do que realmente tinha. – É uma fotografia da escola. Qualquer um pode ter uma cópia. Eu não a coloquei aqui, então outra pessoa deve ter feito isso.
Houve um momento de silêncio. Suzanne suspirou.
– Você conversou com a orientadora hoje? – perguntou Beth.
– Acabei de vir de lá – disse Ivy, fechando o armário, deixando a fotografia lá dentro. Levantou-se ao lado de Beth, cuja vestimenta também havia sido escolhida por Suzanne. Mas Beth poderia estar vestida “na última moda” que, para Ivy, sempre se pareceria com uma coruja de olhos bem abertos, com seu rosto arredondado e seus cabelos frisados feito plumas.
– O que a Srta. Bryce disse? – perguntou Beth enquanto caminhavam pelo corredor.
– Não muito. Devo conversar com ela duas vezes por semana e aparecer por lá sempre que tiver um dia ruim. Então, vocês duas irão segunda-feira? – perguntou, mudando o assunto.
Os olhos de Suzanne brilharam. – À festa da família Baines? É a tradição do Dia do Trabalho! – sentia-se aliviada por falar sobre a festa.
Ivy sabia que o último mês fora difícil para Suzanne. Ela havia ficado tão enciumada com a atenção que Gregory dava a Ivy que chegou a deixar de falar com a melhor amiga. Depois, quando Gregory contou a Suzanne que Ivy havia tentado cometer suicídio, sentiu-se culpada por ter rompido com a amiga. Mas Ivy sabia que ela também tinha sua parcela de culpa no rompimento. Tinha se aproximado demais de Gregory. Nas três semanas que se seguiram ao incidente na estação de trem, Gregory afastara-se de Ivy, tratando-a mais como uma irmã do que como a garota por quem tinha um interesse amoroso. Suzanne voltou a se aproximar de Ivy, e Ivy estava feliz com isso.
– Vamos à festa da família Baines desde criança – Beth contou a Ivy. – Todo mundo em Stonehill vai.
– Menos eu – disse Ivy.
– E Will. Ele se mudou para cá no inverno passado, como você – disse Beth. – Falei com ele sobre a festa e ele vai.
– Vai? – Ivy tinha percebido que Beth e Will estavam cada vez mais próximos. – Ele é um bom rapaz.
– É mesmo – disse Beth, cheia de entusiasmo.
As duas ficaram se examinando por alguns minutos. Será que Beth e Will estavam se tornando mais que amigos? Ivy perguntava-se. Depois de escrever todas aquelas histórias românticas, talvez Beth tivesse se apaixonado finalmente. Não seria algo difícil de acontecer: muitas garotas gostavam de Will. Ivy mesmo sentia que sempre que olhava em seus olhos castanhos escuros… ao perceber o que estava pensando, rapidamente desviou o pensamento. Jamais se permitiria apaixonar-se novamente.
As garotas saíram da escola e Suzanne levou-as por um caminho cheio de rodeios até o carro, o qual, convenientemente, passava pelo campo de futebol em que o time estava treinando.
– Tenho de conseguir informações sobre o time – disse Suzanne depois de vários minutos de observação. – E se eu ficar caidinha
pelo número 49 e acabar descobrindo que ele é só um aluno de segundo ano?
– Um gato é sempre um gato – Beth respondeu filosoficamente. – E mulheres mais velhas com rapazes mais novos está super na moda.
– Não diga a Gregory que olhei – disse Suzanne em um sussurro encenado enquanto iam para o carro.
– Olhar é proibido? – perguntou Beth de forma inocente.
– Pensando bem, conte para ele, conte! – disse Suzanne, agitando os braços dramaticamente. – Deixe que ele saiba, Ivy, que estou disponí-vel e olhando para os rapazes.
Ivy só sorriu. Desde o começo, Suzanne e Gregory faziam joguinhos psicológicos um com o outro.
– Quer dizer, por que tenho de ficar presa a um cara só? – continuou Suzanne.
Ivy sabia que era tudo teatro. Suzanne estava obcecada por Gregory desde março e queria desesperadamente que ele se prendesse a ela.
– Vou começar na festa da família Baines – disse, abrindo o carro. – É lá que vários namoros da escola começaram, sabia?
– Você está planejando quantos? – provocou Ivy.
– Seis.
– Ótimo – disse Beth. – Mais seis corações partidos para eu escrever a respeito.
– Eu concordaria com cinco – acrescentou Suzanne, lançando a Ivy um olhar travesso. – Se você começasse um e parasse de pensar em Tristan.
Ivy não respondeu.
Suzanne entrou no carro, fechou a porta, e estendeu a mão para destravar a porta do passageiro. Mas, antes que Ivy pudesse abri-la, Beth pegou em sua mão. Falou rapidamente, mas em voz baixa: – Você não pode esquecer, Ivy. Ainda não. Seria perigoso esquecer.
Novamente Ivy sentiu aquela sensação de arrepio em sua nuca.
Então, Beth abriu a porta do seu próprio carro, entrou nele e saiu em velocidade.
Suzanne olhou pelo espelho retrovisor, franzindo a testa. – Não sei o que deu naquela garota. Ultimamente parece um coelho assustado, saltitando para lá e para cá. O que ela acabou de dizer a você?
Ivy deu de ombros. – Só um conselho.
– Não me diga – teve outra das suas premonições.
Ivy ficou em silêncio.
Suzanne riu. – Você tem de admitir, Ivy, a Beth é esquisita. Nunca levo os “conselhos” dela a sério. Você também não deveria.
– Não levei até agora – disse Ivy. E nas duas ocasiões, pensou, me arrependo de não ter levado.
Capitulo 2
***
***
***
***
Aos amigos que gostaria de continuar lendo o terceiro livro deixo aqui o linck!
:D
Julho 1st, 2011
Como fazer um Resumo
Conceito
O resumo é uma forma de reunir e apresentar por escrito, de maneira concisa, coerente e frequentemente selectiva, as informações básicas de um texto pré-existente. É a condensação de um texto, pondo-se em destaque os elementos de maior interesse e importância.
Finalidade
Difundir as informações contidas em livros, artigos ou outros documentos;
Auxiliar o (a) estudante e / ou o profissional nos seus estudos teóricos.
Características
- Apresentar, de forma sucinta, o assunto;
- Ser selectivo, não repetir todas as ideias;
- Evitar transcrições; quando o fizer, apresentá-las entre aspas;
- Respeitar a ordem das ideias apresentadas;
- Empregar linguagem clara, ser fiel às ideias do autor e empregar expressões do texto só quando se fizer necessário;
- Dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz activa;
- Ser composto de uma sequência de frases interligadas e não de uma enumeração de tópicos;
- Ser precedido de referência bibliográfica;
- Deve-se evitar o uso de vários parágrafos no desenvolvimento do resumo, à excepção da resenha. (Resumo crítico, recensão crítica ou resenha crítica).
- Corresponder, em geral, a 1/3 do original:
a) notas e comunicações devem ter até 100 palavras;
b)monografias e artigos até 250 palavras;
c)relatórios e teses até 500 palavras
Técnicas que facilitam a redação do resumo
a) Sublinhar: colocar em destaque as ideias principais, as palavras-chave e os pormenores importantes. Não sublinhar por ocasião da primeira leitura. Reconstruir o parágrafo a partir das palavras sublinhadas.
Sublinhar com dois traços as palavras-chave da ideia principal e com um único traço os pormenores importantes. Assinalar com uma linha vertical, à margem do texto, as passagens
b) Esquematizar: evidenciar o esqueleto da obra (organização lógica do texto, interpretação das ideias). Dar títulos e subtítulos às ideias, pondo-as em destaque na margem (após a leitura da obra completa). Adoptar o sistema de chavetas, setas, colunas para separar as divisões sucessivas. Usar o sistema de numeração progressiva, números, algarismos romanos, letras maiúsculas para indicar as divisões sucessivas.Usar alguns símbolos, abreviações convencionais para facilitar a apreensão rápida das ideias, como = (igual), # (diferente),——-(para indicar “conduz a”). Elaborar gráfico do tipo organograma, fluxograma e outros mais significativas e assinalar com um sinal de interrogação, à margem, os pontos de discordância ou não entendimento.
Dicas para resumir
1. Leitura inicial atenta para entender o assunto em questão;
2. Leituras subsequentes para seleccionar as ideias principais do texto, pontuando o que for mais relevante;
3. A primeira coisa que deve ser escrita no resumo é a referência bibliográfica do texto-base. Faça um cabeçalho e escreva a referência completa;
4. Procure ser fiel ao texto original, buscando reproduzir as ideias do autor, mesmo quando estiver usando as suas próprias palavras;
5. Destaque a ideia principal do texto e os detalhes mais importantes;
6. Sublinhe o texto. Mas faça isso sempre numa segunda ou terceira leitura;
7. Resumir cada parágrafo;
8. Verificar se está havendo coerência e sequência lógica entre os parágrafos resumidos, para fazer os ajustes necessários;
9. Grifar as palavras-chave que envolvem as ideias fundamentais;
OBS.: O resumo não é um comentário crítico; você deve ater-se às ideias do autor, sem emitir sua opinião, por isso as ideias do resumo devem ser fiéis às expostas no texto original.
Tipos de resumo
O resumo tem várias utilizações. Isto significa, também, que existem vários tipos de resumo. Você irá encontrar resumos como parte de uma monografia, de um artigo, em catálogos de editoras, em revistas especializadas, em boletins bibliográficos, etc. Por isso, antes de fazer um resumo, você deve saber a que ele se destina, para saber como ele deve ser feito.
Resumo indicativo ou descritivo
Também conhecido como abstract (resumo, em inglês), este tipo de resumo apenas indica os pontos principais de um texto, sem detalhar aspectos como exemplos, dados qualitativos ou quantitativos etc. Um bom exemplo deste tipo de resumo são os resumos de artigos científicos.
Resumo informativo ou analítico
Este tipo de resumo informa o leitor sobre outras características do texto. Um resumo informativo, no caso de um relatório de pesquisa, não diria apenas de que trata a pesquisa (como seria o caso do resumo indicativo), mas informaria também as finalidades da pesquisa, a metodologia utilizada e os resultados atingidos.
Informa o conteúdo e as principais ideias do autor; mostra os objectivos e o assunto, os métodos e as técnicas, os resultados e as conclusões. Não apresenta, também, julgamentos de valor e comentários pessoais.
Resumo crítico ou resenha
Quando um resumo crítico é escrito para ser publicado em revistas especializadas, é chamado de resenha. Ocorre que, por costume, os professores tendem a chamar de resenha o resumo crítico elaborado pelos estudantes como exercício didático. A rigor, você só escreverá uma resenha no dia em que seu resumo crítico for publicado em uma revista. Até lá, o que você faz é um resumo crítico.
Este é, provavelmente, o tipo de resumo que você mais terá de fazer a pedido de seus professores ao longo do seu curso. O resumo crítico é uma redacção técnica que avalia de forma sintética a importância de uma obra científica ou literária.
Formula um julgamento de valor, interpreta o texto original, avaliando-o e comparando-o a outros.
Recapitulando:
É uma apresentação sintética e selectiva das ideias de um texto, ressaltando a progressão e articulação delas. Nele devem aparecer as principais ideias do autor no texto.
O resumo tem por objectivo dar uma visão rápida ao leitor, para que ele possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto inteiro.
Em geral um bom resumo deve ser:
a) Breve e conciso: no resumo de um texto, por exemplo, devemos deixar de lado os exemplos dados pelo autor, detalhes e dados secundários.
b) Pessoal: um resumo deve ser sempre feito com suas próprias palavras. Ele é o resultado da sua leitura de um texto.
c) Logicamente estruturado: um resumo não é apenas um apanhado de frases soltas. Ele deve trazer as ideias centrais (o argumento) daquilo que se está resumindo. Assim, as ideias devem ser apresentadas em ordem lógica, ou seja, como tendo uma relação entre elas. O texto do resumo deve ser compreensível.
Para finalizar:
Trata-se de um processo de extracção de ideias de um determinado texto ou de uma determinada obra literária. Não se trata de redução do conteúdo do texto e sim de uma sintetização das idéias usando o vocabulário de estudante.
Outras informações
O acto de resumir textos objectiva instrumentalizá-lo a fim de que você possa, ao ler, apreender aquilo que realmente é essencial.
Ao resumir o texto, você vai expor, em poucas palavras, o que o autor expressou de uma forma mais longa.
Assim, deve saber discernir do secundário e relacionar as idéias entre si, de uma forma sintética.
Aprendendo a resumir, você terá mais facilidade ao estudar as diferentes disciplinas, uma vez que saberá encontrar num texto as idéias mais relevantes.
Abril 28th, 2011


